Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

História A

A Girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar...

 

Tristinha, a Girafa Pescoço Alto sentou-se perto de uma árvore.

Começava a ficar noite. O sol já tinha desaparecido e a girafa estava com frio.

Uma leve brisa de Outono soprou e, no chão, junto da Girafa Pescoço Alto, iam caindo folhas das árvores.

A girafa começou a comer uma a uma, todas as folhas que ia apanhando do chão.

Como já era tarde e a sua barriguinha já estava satisfeita, dirigiu-se para casa.

(Família da Gabriela: Joaquim e Ângela)

 

Ao dirigir-se a casa, tão cansada, decidiu deitar-se na cama e... adormeceu.

De manhã, quando acordou, para ver se o que tinha acontecido no dia anterior fora real, dirigiu-se às arvores perto de sua casa.

Foi aí que reparou que o chão onde pisava estava coberto de folhas. Novamente com fome, ela voltou, toda contente, a comer, a comer até ficar com a barriga cheia!

(Pais da Luana: Albino e Andreia)

 

 

E assim, todos os dias, a Girafa Pescoço Alto caminhava para a selva para comer aquelas folhinhas saborosas que estavam caídas no chão.

Com o passar do tempo, a girafa notou que ia ficando mais forte. Estava tão feliz por estar mais forte!

Por isso, decidiu fazer da selva a sua única casa onde, além de comer, brincava, saltava e pulava com os outros animais amigos.

(Família do João Paulo - por Maria Alice)

 

 

FIM 

História B

A Girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar...

 

...Um certo dia, já cansada desta situação, resolveu falar com o Macaco Brincalhão, que por sinal estava triste por não ter ninguém com quem brincar.

- Bom dia senhor Macaco Bricalhão! Tenho uma proposta a fazer-lhe: se você aceitar subir às árvores para trazer-me folhinhas que saciem esta fome que sinto, estou disposta a brincar consigo o resto do dia. Até lhe digo mais: deixo que suba ao meu pescoço e que faça dele um escorregão. O que lhe parece?

O Macaco Brincalhão ficou a pensar durante alguns segundos e rapidamente aceitou.

A partir daquele dia, nem a Girafa Pescoço Alto voltou a ficar triste por não chegar às folhas altas das árvores, nem o Macaco Brincalhão ficou infeliz por não ter com quem brincar...

(Família do Davi - Andrés e Mónica Raborg)

 

...e assim passavam os dias a brincar.

Um dia decidiram dar uma volta pela selva. Foi quando avistaram uma raposa a correr. Foram então em sua perseguição.

Quando finalmente a alcançaram, já muito cansados de tanto correr, perguntaram-lhe apenas:

- Queres brincar connosco?

A raposa, desconfiada, respondeu:

- Sim, quero.

Passadas algumas horas, já eram grandes amigos!...

(Família de José Pedro - Ofélio e Fátima)

 

Os dias foram passando e a girafa estava, apesar de tudo, mais magrinha.

Certo dia,  apareceram na floresta dois meninos. Os meninos tinham mudado de casa há pouco tempo e resolveram ir conhecer a selva já que ficava tão perto da sua casa.

Enquanto estavam a passear viram a Girafa Pescoço Alto a chorar e perguntaram-lhe o que se passava:

- O que é que tens? - perguntaram.

Eu não consigo comer as folhas das árvores... estão muito altas... - lamentou-se a Girafa.

- Nós vamos ajudar-te! - prometeram os meninos.

- Ah! Obrigada!! Sabem, tenho muita fome! - desabafou a Girafa.

Assim, e desde então, são aqueles dois meninos que todos os dias passaram a ir à selva levar a comida à Girafa Pescoço Alto.

(Família do Jorge Emanuel - Avelino e Vera)

FIM

 

História C

 

A Girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar...

 

De repente, teve uma ideia "luminosa"!...

Se abanasse a árvore poderia acontecer que, pelo menos, algumas folhas caíssem.

Contudo, era só uma ideia... pois aquelas árvores grandes e frondosas nunca iriam sequer balançar com a força da pequena girafa, de tão debilitada que estavava...

Então, e após longos minutos de reflexão, descobriu que precisava mesmo era de alguém forte que a ajudasse a trepar até ao cimo de uma árvore!

E foi à procura...

(Família do Leonardo - Paulo e Bárbara)

A girafa andou para trás e para a frente e lembrou-se de que "para a frente é que é Lisboa"!

- Não posso desistir pois tenho tanta, tanta fome que quase não tenho força para caminhar... - lamentou-se.

Quanto mais andava, menos ajuda esperava até que viu ao longe um jardineiro. Despachou-se até que o conseguiu apanhar:

- Meu querido amigo, preciso de comer! Pode ajudar-me?

O jardineiro respondeu:

- Menina Girafa: espere só 2 minutos que é o tempo de ir buscar ração e erva bem viçosa com as quais a menina vai ficar deliciada! - garantiu.

Os minutos foram passando e quando a girafa olhou em seu redor viu logo o jardineiro, que lhe disse:

- O seu gesto de pedir foi tão bonito e humilde que lhe trago este tractor cheinho de erva bem viçosa e 2 sacos de ração. Dura até acabar. Mas sabe o velho ditado?...

A girafa respondeu:

- Sim. Tenho que comer só o suficiente pois quero continuar esbelta e bonita como sou. Para tal, não posso exagerar na comida. Sei que devo comer e ainda ficar com fome; só assim continuarei com a saúde que tenho.

(Família do Miguel Cruz - Silvino e Emília)

Assim fez a Girafa. Comia um pouco de ração e um pouco de erva a cada refeição. Só assim a comida que o jardineiro lhe tinha dado lhe durou tanto tempo.

A girafa começou a sentir-se com mais forças para andar e lembrou-se novamente de regressar à selva. No entanto, pensou que lá não conseguiria viver. Decidiu então que o melhor era ficar ali por perto.

Nunca perdeu a amizade com o jardineiro. Foram os dois para sempre amigos. E ela viveu feliz até ao fim dos seus dias!

(Família da Cátia Sofia - Paulo e Lurdes)

FIM

 

 

 

História D

A Girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar...

 

Então foi deambulando continuadamente através da selva na esperança de encontrar alguma coisa que lhe pudesse matar a fome.

Já cansada e cada vez mais triste, sem forças para continuar, deixou-se desfalecer e sem dar por isso, caiu mesmo por baixo de uma árvore de cachos verdejantes.

Foi então que, olhando à sua volta, reparou naquela árvore. Encheu-se de forças para se levantar a fim de comer. Conseguiu. Ficou feliz e com vontade de continuar o seu rumo.

(Família da Mariana - Cláudio e Ana)

 

Mais à frente, encontrou o seu namorado Girafino:

- Olá, Girafino! - saudou ela.

- Olá! Estás boa?

- Sim, sempre tão preocupado comigo...

Decidiram dar um passeio onde tiveram a sorte de se cruzarem com a Girafina.

Chegados a um lago, a Girafina gritou de espanto:

- Olhem ali!! É o meu namorado!...

Quase em côro, disseram:

- Olá Ginarilito!

- Olá! - disse ele - Para onde vão?

(Família do Fábio Martins - Paulo e Adelaide)

 

- Vamos caminhar ao longo deste belo lago.. Queres vir connosco?

- Sim. Vou convosco.

E lá foram os quatro.

Durante o passeio, a Girafa Pescoço Alto contou aos amigos que esteve mal, que desfalecera por as árvores serem muito altas.

Passado algum tempo, encontraram uma árvore mais pequena e os quatro companheiros de passeio deliciaram-se com aqueles folhas verdinhas.

No final da refeição, sentiram-se com muito mais energia para enfrentarem novas aventuras!

(Família da Lurdes - Manuel e Carla)

 FIM

 

 História E

A Girafa Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar...

 

 

Na verdade, há já alguns dias que a Girafa pescoço Alto de alimentava das poucas folhas secas que iam caindo das árvores e bebia a água fria que caía naquela região.

A Girafa Pescoço Alto tinha muitos amigos. Muito deles também passavam fome devido à falta de alimento que ali se fazia sentir. Um dia, em grupo, decidiram traçar um plano...

(Família da Ana Lopes - Wesley e Anabela)

 

Decidiram caminhar mais um pouco pela selva. Finalmente, encontraram um grupo de macacos que brincavam pulando de árvore em árvore. E foi assim que conseguiram colocar o seu plano em acção. Os macacos, ao brincarem nas árvores, abanariam os ramos e as lindas folhas verdes cairiam ao chão...

(Família de Pedro Mergulhão - Carlos e Anabela)

 

Assim sendo, a Girafa Pescoço Alto foi saciando a sua fome. Mas, de repente, os macacos aperceberam-se que a girafa só lá estava para que eles provocassem a queda das folhas.

Então perguntaram-se se não seria melhor interromper a ajuda, abandonando as brincadeiras nas árvores...

(Família de Fábio Pereira - Carlos e Isabel)

 

Por isso a Girafa Pescoço Alto passou fome nos dias seguintes. Voltou a não conseguir alimentar-se. Os seus amigos de sempre viram a sua magreza. Ficaram muito preocupados e resolveram ajudar.

Recolheram muitas folhas com outros animais amigos da selva e, em equipa, conseguiram alimentar-se uns aos outros. Esse espírito fez com que fossem para sempre felizes!

(Família da Mónica Sofia - João e Dorinda )

FIM



Um trabalho de melguinhas_3_ano_eb1cuval às 00:31
Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Concentração, Habilidade e... boa disposição!

 

 



Um trabalho de melguinhas_3_ano_eb1cuval às 17:17
Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

 

"Estava um dia de sol!"

 

No passado dia 20, fomos à escola-sede do nosso Agrupamento. Estava um dia de sol!

Fomos participar nos Jogos Tradicionais realizados na EB. Todos os jogos eram bons.

Levámos  fato de treino e sapatilhas. Os jogos eram: Tracção à Corda, Corrida de Sacos, Jogo de Latas e o Jogo da Colher.

Entrámos para o campo com os meus colegas e o professor a chamar por nós: "Curval2! Curval 2! Curval 2!"

Mas o jogo de que mais gostei foi o da Corrida de Sacos...

Foi um espectáculo!

Mariana Costa Duarte

 

 

"Estava muito bem organizado!"

Fomos pela primeira vez à EB participar nuns Jogos Tradicionais.

Equipados com fato de treino, chegámos atrasados mas ainda a tempo.

A nossa equipa chamava-se "FigCur" - Figueiredo + Curval.

Participámos em todos os jogos. Foi muito divertido.

Aquilo estava muito bem organizado! Adorei. Foi mesmo "fixe"!

Leonardo Filipe Almeida

 

"Já não havia bolachas..."

De todos os jogos, gostei mais do jogo Tracção à Corda. Foi nesse que ganhámos!

Não joguei no Jogo da Bolacha. Já não havia bolachas...

No Jogo das Latas, deitei abaixo, por duas vezes, todas as latas ao chão.

Gostei imenso do Jogo da Colher, onde até fiquei em primeiro lugar...

Estava sol.

Gostei de ir aos Jogos Tradicionais!

Pedro Alexandre Mergulhão



Um trabalho de melguinhas_3_ano_eb1cuval às 18:41
Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

PAIS QUE AJUDAM

 

A fim de dar cumprimento ao inserto no Plano Anual de Actividades - em particular do empreendimento educativo "Silêncio, é o barulho das palavras", pedimos aos Pais que, partindo de um início de história comum, colaborassem no desenvolvimento do respectivo enredo.

 

Assim, cada Família tem (por um dia) a história em casa, que enriquece com uma passagem que ilustra com um desenho.

 

Este trabalho visa envolver as famílias nas aprendizagens dos seus filhos, estimulando o gosto pela Leitura e pela Escrita.

 

Quando todas as famílias tiverem ultimado as 5 histórias, procederemos à sua publicação, enriquecida(s) com as respectivas ilustrações.

 

Como já se disse, o  início de todas as histórias era este:

  • "A Giraga Pescoço Alto estava magrinha e muito triste porque na selva não conseguia encontrar comida. As árvores tinham todas as folhas muito altas e nem ela com o seu longo pescoço conseguia lá chegar..."


Um trabalho de melguinhas_3_ano_eb1cuval às 16:19
Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Quem era Martinho?

 

Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.
Montado no seu cavalo, estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo.
Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam.
De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.
Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.
Nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão!
Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.
Uma pesquisa dos Alunos da Turma C – 3.º Ano
 


 

Provérbios alusivos ao S. Martinho

 
· A cada bacorinho vem o seu S. Martinho.
· A cada porco vem o seu S. Martinho.
· Em dia de S. Martinho atesta e abatoca o teu vinho.
· Martinho bebe o vinho, deixa a água para o moinho.
· No dia de S. Martinho, fura o teu pipinho.
· No dia de S. Martinho, come-se castanhas e bebe-se vinho.
· No dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
· No dia de S. Martinho, mata o porquinho, abre o pipinho, põe-te mal com o teu vizinho. (sic.)
· No dia de S. Martinho, mata o teu porco, chega-te ao lume, assa castanhas e prova o teu vinho.
· No dia de S. Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho.
· No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o teu vinho.
· Pelo S. Martinho abatoca o pipinho.
· Pelo S. Martinho castanhas assadas, pão e vinho.
· Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.

· Pelo S. Martinho nem nado nem no cabacinho.
· Pelo S. Martinho prova o teu vinho; ao cabo de um ano já não te faz dano.
· O Sete-Estrelo pelo S. Martinho, vai de bordo a bordinho; à meia-noite está a pino.
· São Martinho, bispo; São Martinho, papa; S. Martinho rapa.
· Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho.
· Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
· Veräo de S. Martinho säo três dias e mais um bocadinho.
· Vindima em Outubro que o S. Martinho to dirá.
Uma pesquisa dos alunos da Turma C - 3.º ano


 



Um trabalho de melguinhas_3_ano_eb1cuval às 09:28
Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

Educação Ambiental é Educar sobre Ambiente,
no Ambiente e pelo Ambiente


Com este projecto – de que é subscritor o professor José Manuel Alho - destinado às crianças do Jardim-de-Infância (JI) do Curval e aos alunos do 1.º e 3.º anos de escolaridade do 1.º Ciclo, pretende-se sensibilizar a comunidade escolar e a população local para o imperativo da preservação da qualidade e a utlização proporcionada da Água, desideratos que a todos deve animar e motivar.
Ainda que não se faça sentir de forma acentuada a degradação ambiental no meio em que se integra o JI e a EB 1 do Curval, afigura-se imprescindível dar o alerta, no sentido de evitar a destruição progressiva do ambiente e do esgotamento desregrado de alguns recursos naturais.
Sem alarmismos, sentimos - enquanto comunidade escolar - a dupla responsabilidade de, como cidadãos e educadores, tentar reflectir e abrir hipóteses, para agir em ordem a buscar alternativas ambientalmente sustentáveis.
É por isso que o Projecto da “Água, Fonte de Qualidade de Vida” pareceu-nos um empreendimento de eleição, para todos trabalharmos, para todos investigarmos, para todos tomarmos consciência que só de mãos dadas, e com o esforço e contributo de todos, poderemos preservar na nossa região a qualidade da água que ainda queremos para nós e para os vindouros.
Procuraremos alertar toda a população para os benefícios e proveitos de uma mentalidade que valoriza a Água enquanto fonte de Qualidade de Vida. (art.º 5, n.º 1 do Decreto-Lei 11/87, de 7 de Abril – Lei de Bases do Ambiente).
A comunidade local não poderá, por isso, ficar alheia. Será convidada a envolver-se no Projecto, mormente através da Associação de Pais (APEBC), partilhando experiências e saberes, colaborando com a escola na consecução dos objectivos que nos propomos atingir com este empreendimento didáctico-pedagógico, que queremos consequente.
Paul Valery dizia» A cultura é aquilo que fica depois de se esquecer tudo o que se aprendeu». Cremos firmemente que a educação ambiental não se aprende. Constrói-se. Na verdade, e sem querermos assumir um papel redutor ao omitirmos os aspectos participativos esperados, ousamos poder assim contribuir para a formação de uma certa cultura ambiental, dimensão indisputável da Educação Ambiental. Em resumo, assumiremos também como nossa máxima que “Educação Ambiental é Educar sobre Ambiente, no Ambiente e pelo Ambiente”.
Esforçar-nos-emos para que as actividades a desenvolver ao longo desta Área de Projecto – de que se destaca a visita ao Pavilhão da Água, no Porto - logrem atingir o alvo segundo uma, ou várias, das três vertentes seguidas: a cognitiva, a sensorial e a afectiva. Em consequência, teremos por óbvia a impossibilidade de seguir o provérbio» faz o que digo, não faças o que faço.» Procuraremos instigar hábitos de envolvimento social, que conduzem à formação de melhores cidadãos, naturalmente sensibilizados para agir em prol da sociedade.
Em muitas situações, estes projectos de educação ambiental são a solução realmente eficaz para os problemas ambientais, sustentando igualmente a educação integral dos indivíduos para a cidadania. Que assim seja.



Um trabalho de melguinhas_3_ano_eb1cuval às 13:15
Este é o nosso espaço para divulgarmos os nossos trabalhos, projectos e informações úteis sobre a nossa turma e seu funcionamento. Está simples para o enriquecermos à medida que formos crescendo. Tem a ajuda dos Pais e dos nossos professores.
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BAÚ DAS RECORDAÇÕES
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Enquadramento Legal
Na sequência da Reunião Geral com todos os Encarregados de Educação, realizada a 12/SET/2008, todos os Pais consentiram previa e formalmente o recurso a imagens e/ou à identidade dos seus educandos no âmbito dos trabalhos deste Blog.
Silêncio, é o barulho das palavras!
Tendo em vista as condções de melhoria do ensino da Língua Portuguesa, o Ministério da Educação promove um programa de formação contínua de professores, designado por Programa Nacional de Ensino do Português no 1.º Ciclo. Face às dificuldades dos nossos alunos no domínio da Língua Portuguesa, que constituem uma preocupação, o nosso Agrupamento aderiu a este Programa e no sentido de sensibilizar toda a comunidade educativa, surgiu a oportunidade de implementar um projecto com o objectivo de desenvolver e encontrar estratégias que, indo ao encontro dos problemas diagnosticados, os possam colmatar. O Projecto conta com a participação de escolas de vários níveis de ensino, desde o Pré-escolar, 1.º Ciclo até aos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico de modo a perspectivar o ensino da língua de forma integrada. Espera-se que o trabalho produzido no âmbito deste empreendimento se constitua como um contributo útil não só para docentes, mas, essencialmente, para os seus/nossos alunos. Em suma, queremos ajudar os nossos alunos - numa parceria estratégica com as Famílias - a experimentar a Escrita e a Leitura como valiosa ferramenta comunicacional de participação democrática e de cidadania, de acesso à cultura (ou à variedade de culturas), de fruição estética e de comunicação com os outros. Este blog não passa de um recurso mais para enriquecer a abordagem proposta em sede de Projecto.
Calendário Escolar
1.º Período: Início a 12/SET/2008 e Termo a 18/DEZ/2008. 2.º Período: Início a 05/JAN/2009 e Termo a 27/MAR/2008. 3.º Período: Início 14/ABR/2009 e Termo a 19/JUN/2009. INTERRUPÇÕES LECTIVAS: 1.ª de 19/DEZ/2009 a 04/JAN/2009. 2.ª de 23/FEV/2009 a 25/FEV/2009. 3.ª de 28/MAR/2009 a 13/ABR/2009. DIAS LECTIVOS em 2008/2009: 1.º Período: 68 dias lectivos; 2.º Período: 57 dias lectivos; 3.º Período: 46 dias lectivos. ATENDIMENTO AOS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO: terças-feiras, das 16.30 às 17 Horas (na terceira e quarta semana de cada mês).
Para Pais e Encarregados de Educação
Esforcem-se por falar sempre bem da Escola, dos Professores e do Pessoal Auxiliar para que o/a seu/sua educando(a) respeite o local onde aprende e, acima de tudo, quem o/a ensina. Verifiquem, com naturalidade, se faz os trabalhos de casa e se traz o material necessário para as aulas. Ensinem-no(a) a organizar o tempo, para que possa estudar, brincar e até, quem sabe, dar uma ajuda em casa. Arranjem-lhe um local arejado e com boa luz onde, além de arrumar todo o seu material, possa estudar tranquilamente. Falem-lhe das vantagens de um comportamento calmo, educado e cooperante, que (só) o(a) ajudarão a ter sucesso educativo. Sempre que possível, ofereçam-lhe um livro e incentivem-no a ler. Falem, com entusiasmo, de como é bom aprender sempre mais de forma a que o/a seu/sua educando(a) tenha gosto pela vida escolar.
Melgas de serviço
Ana Lopes; Cátia Sofia; Davi Santos; Fábio Martins; Fábio Pereira; Gabriela Filipa; João Paulo ; Jorge Silva; José Pedro ; Leonardo; Luana Silva; Lurdes Sofia; Mariana; Miguel Cruz; Mónica Sofia; Pedro Mergulhão.